O analista monta no visual. A regra de alçada vira condição, sem sintaxe. E quando a política de teto exige código, o desenvolvedor desce até ele.
// roda antes de gravar o reembolso function antesDeGravar(ctx) { const teto = ctx.politica.tetoMensal(ctx.solicitante); if (ctx.acumuladoMes + ctx.valor > teto) return ctx.recusar('Teto mensal excedido'); ctx.integra.erp.lancar(ctx.centroCusto, ctx.valor); }
A plataforma faz hiperautomação e faz hiperaplicativo. Quem procura automação encontra a saída para aplicativo; quem procura aplicativo encontra o processo por baixo. Nos dois caminhos, o objetivo é o mesmo: tirar o processo do combinado e eliminar os três riscos, de continuidade, de conformidade e de escala. Escolha por onde você chegou.
Pessoas e sistemas no mesmo fluxo, no controle do evento, em tempo real.
Uma construção, três destinos, o mesmo modelo de dados, as mesmas regras.
A Optaris tem 56 anos de engenharia de software, com soluções rodando em bancos, seguradoras, indústria, varejo e companhias aéreas em três continentes. O que a plataforma entrega não é protótipo de demonstração: é a mesma ferramenta que essas operações usam todo dia.
Na maioria das empresas isso vira quatro projetos, quatro fornecedores e três planilhas de conciliação no meio. Aqui é uma solicitação atravessando cinco camadas da mesma base.
O solicitante abre pelo celular, anexa a nota e acompanha. O gestor aprova da própria caixa de entrada. O financeiro vê a fila com prazo em cada caso.
3 telas, web e mobileCinco etapas com responsável, prazo e o que fazer na exceção. Falta a nota? O caso retém e cobra sozinho, em vez de morrer numa caixa de e-mail.
BPMN · 5 etapas, 2 alçadasA entidade Reembolso com seus oito campos, as validações e o teto por pessoa. O modelo é um só: mudou aqui, mudou na tela, no fluxo e no relatório.
8 campos, 1 modeloO centro de custo é lido do ERP na hora do preenchimento, e o lançamento é escrito de volta na aprovação. Ninguém digita duas vezes.
API automática + ERPQuem vê, quem aprova, quem publica. Cada decisão fica registrada com autor, data e versão, e a publicação continua sendo um ato da TI.
trilha imutávelQuem entende do problema costuma ser quem não consegue mexer no sistema. Aqui o analista de negócio desenha a solução que vai usar todos os dias, com a IA acelerando as partes mecânicas e a TI no controle do que vai ao ar. Como quem valida participa da construção, o retrabalho clássico de "não era isso que eu pedi" deixa de existir.
Prototipar rápido ficou fácil, e é aí que a maioria das ferramentas para. O difícil é publicar, evoluir e ainda entender dois anos depois por que aquela regra existe. O que nasce na Deyel carrega modelo, histórico e governança desde o primeiro dia, então continua sendo um ativo em vez de virar legado novo.
Integração é a fase que estoura o prazo em quase todo projeto interno. Na Deyel ela vem antes: toda entidade criada já expõe um serviço próprio, então o que nasce aqui é conectável por natureza. E onde o sistema antigo não oferece porta, a automação alcança o dado pela própria interface dele.
Criar, publicar e sustentar de um lugar só, sem abrir frente de hospedagem, backup e segurança. E se o seu modelo for revender, a mesma plataforma sai com a sua identidade, partindo de uma biblioteca de soluções prontas: CRM, gestão de documentos, gestão de estoque, gestão de RH e gestão de fornecedores.
Nenhuma frente de desenvolvimento separada, nenhum ticket para expor o dado. No instante em que a entidade existe, os endereços abaixo passam a responder, com leitura, escrita e o próprio contrato do serviço.
É um bom ponto de partida: aquele item do backlog que voltou três vezes da fila. Agende uma demonstração e converse com um especialista da Deyel sobre ele.