O Vibe Coding recebe o pedido em linguagem de negócio e devolve modelo de dados, telas, fluxo e regras dentro da estrutura da Deyel. Não é chat que cospe código solto: é a modelagem da plataforma, assistida por IA.
Sai rápido e impressiona na demonstração. Mas não tem modelo de dados por trás, não tem processo, não tem permissão e não tem histórico. Na primeira mudança de regra alguém refaz do zero, e ninguém sabe explicar o que o anterior fazia.
A IA trabalha sobre o modelo da Deyel: o que ela propõe já é entidade, fluxo, regra e permissão. Por isso dá para revisar, versionar, integrar e evoluir depois, com o histórico de quem mudou o quê e por quê.
Vibe coding é rápido. Numa empresa que não pode errar, a TI precisa responder:
Na Deyel, tudo o que a IA cria vira low-code visual, que o seu time enxerga, revisa e aprova antes de ir para produção.
Modelo, telas e fluxo coerentes com o que já existe na aplicação.
Campos, regras e alçadas passam por quem conhece o processo.
Ambientes separados, permissão definida e registro de cada decisão.
Qualquer componente gerado pode ser alterado no modelador visual ou no código, porque nasceu como componente da plataforma e não como texto.
Paulo Cacciari mostra a Diana criando a aplicação a partir da descrição e responde à pergunta que a TI faz em seguida: o que a IA cria vira low-code visual, que o seu time revisa e aprova antes de ir para produção.
Os dois lados do mesmo componente: onde ele é desenhado e como ele fica depois de publicado.


A Diana é multiagente. Em vez de um assistente tentando resolver tudo em uma resposta, cinco agentes dividem o pedido: caso, modelo de dados, telas, processo e conferência. É por isso que o resultado sai como aplicação, e não como rascunho.
Converte o que você descreveu em persona e história de usuário, para o requisito parar de ser uma frase e passar a ser um caso com dono.
Deriva as entidades e os campos, com tipo e relação, dentro da estrutura da plataforma e não em arquivo solto.
Monta as páginas e o fluxo de navegação entre elas, já ligados às entidades que o agente anterior criou.
Desenha as etapas, as alçadas e as validações, incluindo tarefa agendada e indicador.
Detecta inconsistência entre o que foi pedido e o que foi modelado, antes de aquilo chegar perto de produção.
Ao lado dela, na mesma estrutura de IA da plataforma, o Deyel Expert responde dúvidas, o Deyel Bot entrega o que foi construído e os Digital Workers assumem etapas operacionais, sob as regras que o AI Runtime recebe da sua governança.
A Diana não recebe o pedido e sai criando: ela apresenta o que pretende construir e espera a validação. A ação só acontece depois que alguém do seu time confirma. Transparência não é relatório no fim, é a ordem dos passos.
Em ferramenta que só entende prompt, cada ajuste depois exige nova rodada de conversa, e ninguém sabe explicar por que o sistema ficou daquele jeito. Seis meses depois, o histórico da decisão está espalhado num chat.
O prompt serve para sair do zero rápido. A partir daí, a aplicação é mantida e ampliada nas ferramentas low-code da plataforma: modelador de páginas, de processos, de entidades e de regras. Quem assume depois não precisa reconstituir conversa nenhuma.
A instrução em português vira, em segundos, um processo modelado em notação padrão. Não é um resumo do que você pediu: é a peça que entra em produção.

O aplicativo inteiro nasce num único canvas, e as setas entre as telas são a navegação de verdade. Desktop, tablet e celular saem do mesmo projeto, com o mesmo modelo de dados e as mesmas regras, sem um projeto mobile separado para manter em paralelo.

A identidade sai de um design system completo, e o que a sua equipe já desenhou em Figma ou Canva pode ser importado em vez de refeito.
Quer ver o mesmo projeto nos três destinos?Fale com um especialista da Deyel sobre a publicação na web, no Android e no iOS.Agendar demonstraçãoConte o que você precisa em linguagem de negócio. Um especialista da Deyel conversa com você sobre o requisito e mostra como a plataforma pode atendê-lo.