Qualidade, parada de linha, OEE e manutenção de ativos costumam viver em papel, planilha e grupo de mensagem, longe do ERP. A Deyel coloca esses processos em fluxo digital, no celular de quem está na linha, e grava o resultado no sistema que já roda.
São as saídas do Mapa do Orquestrador para indústria de transformação: os processos que a plataforma entrega para a área, lendo e gravando nos sistemas que já existem.
Apontamento de produção, parada e troca de turno pelo tablet da linha, com o supervisor vendo o turno inteiro.
Inspeção por amostragem, não conformidade e disposição do lote com foto e laudo anexados.
Cada parada com motivo, duração e responsável; o indicador se constrói a partir do processo, não de uma planilha depois.
Preventiva por plano, corretiva por evento, com peça reservada e histórico do equipamento.
Pessoas e sistemas no mesmo fluxo, no controle do evento, em tempo real. Isso é hiperautomação. Acompanhe um caso típico do setor.
Empresas maduras digitalizam seus processos para evitar três riscos. Em indústria de transformação, eles têm cara própria.
O procedimento da linha não pode viver só na cabeça do operador mais antigo.
Laudo, lote e disposição precisam de rastro para a auditoria e para o cliente.
Nova linha ou nova planta não pode significar nova planilha e nova pessoa para consolidar.
A Deyel é orquestradora: lê e grava nos sistemas que a empresa já tem e entrega o processo e o aplicativo por cima. Os conectores mais comuns em indústria de transformação:
Referência no setor: a Tramontina roda processos sobre a plataforma (logo divulgado pela Optaris nos vídeos públicos).
Agende uma demonstração e converse com um especialista da Deyel sobre esse processo e os sistemas que você já usa.