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Do chão de fábrica ao ERP sem formulário paralelo.

Qualidade, parada de linha, OEE e manutenção de ativos costumam viver em papel, planilha e grupo de mensagem, longe do ERP. A Deyel coloca esses processos em fluxo digital, no celular de quem está na linha, e grava o resultado no sistema que já roda.

OEEparada, causa e ação corretiva no mesmo caso, em tempo real
0 redigitaçãoo apontamento de campo é o lançamento no ERP
3 riscoscontinuidade, conformidade e escala, cobertos no mesmo fluxo
O que trava hoje

Quatro processos que saem do combinado.

São as saídas do Mapa do Orquestrador para indústria de transformação: os processos que a plataforma entrega para a área, lendo e gravando nos sistemas que já existem.

01

Chão de fábrica

Apontamento de produção, parada e troca de turno pelo tablet da linha, com o supervisor vendo o turno inteiro.

O evento de parada abre o caso e cobra a causa; nada fica só no caderno.
02

Controle de qualidade

Inspeção por amostragem, não conformidade e disposição do lote com foto e laudo anexados.

A regra de aceitação decide o que segue automático e o que sobe para análise.
03

Paradas e OEE

Cada parada com motivo, duração e responsável; o indicador se constrói a partir do processo, não de uma planilha depois.

O painel de BAM mostra cada gargalo com nome e duração.
04

Manutenção de ativos

Preventiva por plano, corretiva por evento, com peça reservada e histórico do equipamento.

O ERP continua dono do estoque; a ordem só consome o que existe.
Um caso atravessando

Da abertura ao registro, sem ninguém empurrando.

Pessoas e sistemas no mesmo fluxo, no controle do evento, em tempo real. Isso é hiperautomação. Acompanhe um caso típico do setor.

1. Parada de linhaO operador registra a parada pelo tablet; o caso abre com hora e máquina.
início
2. Causa e responsávelA regra classifica a causa e aciona manutenção ou qualidade.
automático
3. Peça no ERPEstoque consultado e peça reservada no mesmo instante.
no celular
4. RetornoO supervisor libera a linha; o tempo de parada entra no OEE.
alçada e SLA
5. MelhoriaA parada recorrente vira plano de ação com dono e prazo.
trilha
Os três riscos

Sem isso, o processo é só um combinado.

Empresas maduras digitalizam seus processos para evitar três riscos. Em indústria de transformação, eles têm cara própria.

Risco 01

Continuidade

O procedimento da linha não pode viver só na cabeça do operador mais antigo.

Risco 02

Conformidade

Laudo, lote e disposição precisam de rastro para a auditoria e para o cliente.

Risco 03

Escala

Nova linha ou nova planta não pode significar nova planilha e nova pessoa para consolidar.

O que se conecta

A regra mora aqui. O dado fica onde já está.

A Deyel é orquestradora: lê e grava nos sistemas que a empresa já tem e entrega o processo e o aplicativo por cima. Os conectores mais comuns em indústria de transformação:

  • ERP (SAP, TOTVS, Oracle)
  • MES e sistemas de chão de fábrica
  • Sensores e IoT
  • Sistema de qualidade
  • WhatsApp e e-mail para alertas
  • Portal de fornecedores
Ver o mapa completo
Veja no vídeo

Os trechos do treinamento que mais falam com o setor.

Referências e perguntas

Quem já roda, e o que perguntam antes de começar.

Referência no setor: a Tramontina roda processos sobre a plataforma (logo divulgado pela Optaris nos vídeos públicos).

Tramontina
Precisamos trocar o ERP?
Não. O ERP continua dono do dado; a Deyel lê e grava por API ou pela tela do sistema, e a regra do processo passa a morar na plataforma.
Funciona no tablet da linha, com luva e ruído?
O aplicativo é desenhado para a etapa: botão grande, foto, código de barras, poucas telas. O mesmo projeto sai para web e celular.
Quanto tempo até o primeiro processo rodar?
Semanas. O caminho normal é começar pela parada de linha ou pela inspeção de qualidade, validar em produção e expandir.

Traga o processo que mais trava hoje em indústria.

Agende uma demonstração e converse com um especialista da Deyel sobre esse processo e os sistemas que você já usa.

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