O caso não atrasa por falta de analista. Atrasa porque o documento chega por e-mail, a aprovação depende de quem está online, e o status real mora numa planilha que alguém atualiza no fim do dia. O segurado liga porque não tem como saber, e a equipe gasta o tempo respondendo em vez de analisar.
O prazo não cai por causa do volume: cai naquele caso em que faltou um laudo e ninguém percebeu por três dias. Acompanhe.
O segurado abre pelo celular e anexa a foto.
Falta peça? O caso retém e cobra sozinho.
Todo o histórico dentro do caso.
Acima do limite sobe. O valor volta escrito no core.
O segurado deixa de ligar, o backoffice deixa de exportar planilha, e a conformidade deixa de ser auditoria de fim de mês.
Envio de foto e documento pelo celular, status atualizado e histórico do caso. A transparência que derruba a ligação de cobrança.
Pendência, responsável e prazo de cada caso num painel que sai do próprio processo, sem exportação manual.
Trilha de cada aprovação, exigência de documento obrigatório e retenção do caso quando falta peça.
Quase toda seguradora começa pelo sinistro, porque é onde o prazo aparece. Mas o atraso do sinistro costuma nascer na subscrição, que aceitou o risco sem a documentação completa. Por isso vale enxergar os quatro juntos antes de escolher por onde começar.
A esteira do aviso ao pagamento numa só linha, com retenção automática quando falta documento e cobrança do segurado sem alguém precisar lembrar. É o processo que mais aparece primeiro porque é onde o prazo dói e onde o cliente reclama.
Cotação, análise de risco e emissão com a documentação chegando pelo portal em vez do e-mail. Cada exigência da subscrição vira campo obrigatório e regra, não um lembrete no fim do checklist.
Produtor e corretor entram como participante externo, com acesso ao que é deles e nada além. Acompanham proposta e comissão sem telefonar para o backoffice, e o relacionamento deixa de depender de quem atende.
Rastreabilidade completa do dado, auditoria integrada ao processo e integridade do dado de apólice. Processos alinhados às boas práticas do GDPR, com registro de cada alteração e de quem fez.
Esta é a objeção que aparece na primeira reunião, e ela é justa: o core de apólice é o sistema mais arriscado de mexer numa seguradora. A proposta aqui não é substituir, é colocar por cima a camada onde o processo mora.
A plataforma conecta ao core de seguros e ao CRM por API e protocolo padrão. A apólice continua onde está; o que passa a morar aqui é a regra, a alçada, o prazo e a trilha. Se um dia o core for trocado, o processo não é refeito.
Dados de apólice e de segurado são consultados onde já vivem.
Etapa, prazo, alçada e documento passam a ter um lugar só.
O resultado é gravado no sistema de origem, sem digitação dupla.
Seguradora disputa desenvolvedor com banco e com empresa de tecnologia, e costuma perder. A saída que funciona não é contratar mais rápido: é deixar quem conhece o processo construir a primeira versão, com o desenvolvedor sênior entrando onde realmente precisa de engenharia.
Analista de sinistro, de subscrição ou de atendimento monta o fluxo que já executa há anos, em linguagem de negócio. O que sai já é componente da plataforma, não protótipo para alguém reescrever.
O desenvolvedor sênior cuida de integração com o core, de regra complexa e de performance. Para de gastar sprint montando formulário e tela de listagem.
Escolha um ramo e um tipo de aviso e converse com um especialista da Deyel sobre esse fluxo, sem trocar o core de apólice.